Vamos aqui, então, definir “dedo podre”. Do latim “mau gostus”. Do grego “azarius”-rsss- enfim... em bom português: falta de sorte e uma leve queda pra escolher erroneamente as pessoas com as quais dividimos nossa agradável companhia.
Sim porque nós somos, SIM agradáveis. Tudo em nós é ótimo, legal, interessante... exceto o bendito dedo podre! Vale ressaltar e deixar extremamente claro que os “escolhidos” nem sempre são os carrascos da estória. (eu seria TOTALMENTE injusta se colocasse no mesmo saco os que já passaram pela minha vida) Eles, geralmente, com uma exceçãozinha ou outra, são pessoas boas. Só que não são aquelas que dariam certo com a gente, entende? Pelo menos não naquele momento.
Eu sou capaz de dizer que 95% da humanidade sofre desse mal. A não ser que você seja Angelina Jolie, Angélica, a Srª Obama ou já foi Marília Gabriela, você está incluída ou incluído nessa porcentagem esmagadora. Ah, claro que os homens também podem fazer parte desta trupe. Ou vai falar pra mim que Ronaldo Fenômeno, o Senador Suplicy (coitado) ou o marido da Amy Winehouse têm dedo bom (nesse último caso, acho que ambos são inteiramente podres)?
Não que eu que queira dizer que uma vez dedo podre, sempre dedo podre! Não!!. Os cientistas já encontraram a cura pra isso. TEM TRATAMENTO, amadas!!! Mas, como diria Belzinha, a “questã” é buscarmos ajuda.
O dedo podre é praticamente um vício, uma doença. E o doente precisa de ajuda. Eles deveriam criar uma espécie de “Usuários de Dedos Podres Anônimos” o UDPA. Que se reunissem pelo menos umas 2 vezes por semana para ajudar.
Tenho alguns nomes que poderiam tomar parte nessas reuniões: Luana Piovani (rainha dos dedinhos), Susana Vieira, Rodrigo Santoro (lembra do que Luana fez com ele no Carnaval?), Adriane Galisteu (viixii) ..... e eu, claro com a fundadora do órgão! Ofereço até minha casa para as reuniões. rsss
É claro que eu não vou mencionar aqui minhas queridas amigas ou amigos para que nenhuma retaliação caia sobre minha pessoa. Deixo que eles mesmos se manifestem caso queiram.
E também, mesmo porque, o que pode parecer dedo podre pra mim, não o seja pra essas pessoas.
Mas a verdade é que no fundo todos sabemos DESDE O ÍNICIO que estamos nos metendo numa roubada. Até podemos pensar que não... Mas sabemos do contrário!
O tratamento consistiria principalmente em evitar esse primeiro estágio. O do “apontamento do dedo”. No caso do “viciado” já estar sofrendo desse mal, amigos, jurisprudência contrária (uma pequena analogia) e, principalmente, conselhos, ajudariam.
Como toda doença, é uma coisa que deve ser sempre tratada. E quanto mais longe da tentação ficarmos, melhor!
E a esperança de extirpar esse dedinho vem com o tempo. Toda tampa tem sua panela, não é verdade??? Porque nós não teríamos?
E que nos leva a sempre tentar (e errar muito) é a esperança de sermos feliz como as outras pessoas que conhecemos. É de sentir aquele friozinho na barriga cada vez que nos encontramos. É ter uma surpresa num dia comum. É sonhar, fazer planos e concretizá-los.
Claro que existirão pessoas que vão passar o resto da vida buscando essas sensações e, por conta disso, trombarão com um ou outro “dedos podres” pelo caminho. E encontrarão!!
Mas a atenção deverá ser voltada para que NÓS mesmos não nos tornemos um desses dedinhos...
Afinal, somos todos saudáveis, felizes, temos família lindas, amigos presentes.... É só ter a consciência de que todo mundo merece ser feliz.
Devo confessar que eu mesma estou escrevendo isso para ter essa idéia clara em minha vida. Porque eu também quero isso!!


Olha amiga...
ResponderExcluirAchei interessantíssima a idéia do UDAP. Se for fundado, por favor não esqueça de me avisar. Até porque o que fica podre não se restabelece nunca, ou seja, não temos cura rs. e o pior... sabemos disso...